quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Olá pessoal, nós fãs do Cazuza e membros de
sua comunidade oficial no Orkut passamos para
divulgar o nosso interesse em fazer doações
em prol da SVC, no intuito de arrecadar
fundos à instituição.
Assim comunicamos que no dia
9 novembro faremos as devidas doações atravez do banco
Bradesco (agencia 0887-7 e conta 26901-8 ),
sem limites de valores.. Cada um de vocês, se
tiverem interesse, podem doar a quantia
desejada.
Viva Cazuza!!!

ATENÇÃO: A CONTA AONDE O DINHEIRO SERÁ DEPOSITADO É DA SOCIEDADE VIVA CAZUZA!

domingo, 30 de maio de 2010

Sociedade Viva Cazuza


A Sociedade Viva Cazuza se mantém a partir de direitos autorais do Cazuza, doações, eventos beneficentes e eventuais convênios com o Ministério da Saúde, está passando por sérias dificuldades e precisando da nossa ajuda.

Faça a sua doação:


Deposite qualquer valor na conta:BRADESCO
Ag. 0887-7 C/C: 26.901-8

Quem já é cliente do Bradesco pode
fazer uma transferência na página do banco na internet. Para

ajudar a Viva Cazuza com remédios,
roupas infantis, brinquedos, alimentos

não-perecíveis etc., basta entrar em
contato diretamente com a

Sociedade.Endereço: Rua Pinheiro
Machado, 39-Laranjeiras- Rio de Janeiro - CEP

22231-090 - Brasil- Tel.: (21) 2551 -
5368 fax: (21) 2553 - 0444.


As 22 crianças da Viva Cazuza e Lucinha Araújo agradecem.

terça-feira, 2 de março de 2010


"Todo humano é santo e pode amar, sim!'"

Gostei muito das tuas palavras nos comentários da última postagem Rafael... "Autenticidade" descreve muito da personalidade de Cazuza. Seus versos fazem a gente chorar, rir, mergulhar em paraísos de paroxismos e emoções maravilhosamente irremediáveis.

Uma idéia de tatuagem que também tinha em mente antes era "Eu preciso dizer que te amo..."
Mas existem tantos versos lindos e que eu amo que vale mesmo é escrever o teu preferido!
Depois me conta...

O que mais impressiona no corpo da produção de Cazuza agora é a carga de esperança que ela suscita. Paradoxalmente, o monte de canções de desespero e lamento que nos deixou esse garoto que morreu tão cedo exala esperança. Mas o paradoxo é só aparente.
O tom desesperado está sempre cheio de gosto pela vida, e o lamento é antes sensualidade.
A força da esperança, no entanto, vem da obra em sua relação com a história da nossa música. E nossa história se tem contado privilegiadamente através da música popular.
Assim como Caetano diz- "Podemos chorar de saudade de Cazuza. Mas sempre tornamos a nos alegrar com sua presença divertida e desafiadora, PORQUE ELE É UMA DAS PESSOAS QUE MAIS SABEM EXPRESSAR ESTE FATO DIFICÍLIMO DE ENTENDER E ADMITIR: OS HUMANOS SOMOS TODOS IMORTAIS."
O tempo não para...


segunda-feira, 1 de março de 2010

Todo o amor que houver nessa vida ...



Não lembro bem quando eu "conheci" Cazuza... lembro que sempre escutei uma ou outra música, mas foi quando parei para assistir a sua história no cinema que encontrei o amor da minha vida.
Não tem nem um dia em que não me lembre dele, em que não cite alguma frase... tudo se encaixa, e principalmente quando não estou me sentindo muito bem paro para ler suas poesias e poemas e isso me acalma e conforta.
Hoje lembrei muito dessa música:

TODO O AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA
(Frejat/ Cazuza)

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo

Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria.

Em julho de 1983, Caetano Veloso incluiu a canção no show "Uns" e, antes de cantá-la, disse que Cazuza era 100% autêntico. Foi uma ajuda fundamental para a popularização do grupo Barão Vermelho.
Caetano Veloso- "A música Todo o amor que houver nessa vida é uma obra- prima. Cazuza era uma romântico autêntico. Isso foi o que deu á poesia dele um poder de comoção muito grande, porque ele era 100% autêntico e isso agente sentia.
Ele entrou na MPB com uma marca enormemente original, e seu trabalho com o Barão, e posteriormente sozinho, representa uma coisa grande, com um papel importante no desenvolvimento da história da música popular brasileira."
Frejat- " Nessa época, não tinhamos a menos idéia da dimensão que esse repertório iria tomar, porque na verdade, quando fizemos essas músicas, elas foram gravadas quatro, cinco meses antes de estourarem e um ano antes de Caetano se pronunciar.
Estávamos felizes, mas não tínhamos a menor idéia do que estava acontecendo. A letra é a cara da geração da gente e a música é um new wave travado pra caralho. Como letra, escapa do universo roqueiro, mas foi muito mal tocada."

Ps.: Tenho uma tatuagem nas costas escrito- Todo o amor que houver nessa vida.
Rsrs

Bem- vindos ao blog...
Beijos e Viva Cazuza!